Marina.
Descobrimos: teremos uma filha. João receberá uma irmã, e seu nome é Marina.
Não tenho muito a falar sobre o nome, senão que esse sempre foi o nome que nos uniu diante de tantas opções.
Achamos um lindo nome e sentimos que esse é o nome de nossa filha. Na verdade, desde a gravidez do João, imaginávamos que fosse uma menina; só tínhamos esse nome. Mas precisávamos ter um filho menino.
De qualquer maneira, ela sempre existiu. Normalmente, essa é a sensação de quem tem filhos: a de que eles apenas estavam esperando o seu tempo para aparecer. Não imagino um mundo onde o João não exista; ele apenas não tinha chegado, mas, de alguma maneira, não sei qual, ele já existia. O mesmo acontece agora com a Marina. Essa verdade está guardada naqueles incompreensíveis mistérios de Deus.
Marina vem para acrescentar, vem para ensinar sem ter, ainda, a capacidade para isso. O Senhor faz isso: dá-nos exatamente o necessário para que aprendamos certas coisas que, de outra maneira, não aprenderíamos. Essa é uma verdade que nos alivia dos fardos das tribulações desta vida. Ora, se Ele cuida de nós, temos plena confiança de que, no fim, tudo dará certo.

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